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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O DEVER PÚBLICO




O DEVER PÚBLICO

Gostaria de pedir aos meus leitores e amigos, máxima vênia, para colocar neste espaço midiático, o qual considero de grande importância, um assunto muito delicado, mas que se faz imprescindível às nossas consciências.

MEU DEVER PARA COM O DONO DO PODER

Já declinei em outro artigo que o poder institucional é primazia do povo!...
E, evidentemente da sua consciência, que deveria se aperceber de que ele, o povo, é o verdadeiro detentor do poder e da faculdade íntima de dizer, escolher e indicar aqueles que deverão representá-lo, diante dos meios constitucionais denominados de poderes da ordem pública.

OBSERVAÇÃO  1:

Àqueles que se dizem e desejam contar com a vontade do povo, para poderem contar, todavia  com os poderes outorgados por esse mesmo povo, e para  se dizerem seus representantes morais e políticos, poderiam proceder da seguinte forma e comportamentos - os quais vamos apresentar ainda aqui nesta matéria - quando fossem solicitar desse mesmo povo a sua confiança e a outorga de uma procuração para defende-lo; para só fazer-lhe o bem;  para não permitirem nunca que quem quer que seja, maltrate e relegue o povo a um plano secundário; para escutarem sempre o povo e a sua vontade, toda vez e  antes de encaminharem um projeto que trate de um assunto que interessa verdadeiramente ao povo, do qual essa pessoa se diz ser seu autêntico representante.

OBSERVAÇÃO  2:

O povo nunca deve esquecer-se de ler e compreender a OBSERVAÇÃO 1; e se não a entendeu peça ao que quer ser seu representante que ele o explique e diga como vai ser a sua atuação referente a essa observação.
Se seu representante está disposto a cumprir essa cláusula contratual(?); pois você tem que saber que quando o escolher estará formalizando como mesmo um contrato social, que é um princípio legal, social e democrático, em que ambas as partes assumem direitos e deveres.
Pergunte aos seus representantes políticos, se os mesmos têm consciência desse contrato social e desse compromisso, e se estão dispostos a cumprirem, em sendo eleitos como seus representantes?...

OBSERVAÇÃO  3:

Veja só povo brasileiro, ou nós acabamos com esse modo perverso de se fazer política no nosso país, ou esse modo perverso de se fazer política em nosso país acabará conosco...
Você vai perceber que, se assim continuar, nós não teremos futuro para nós e nem para os nossos descendentes, filhos e netos, etc.
Assim sendo cabe a nós procurar um modo diferente de fazer com que a política dos políticos atuais mude e mude para consertar o que aí está de errado, que sem a sua participação, povo, nada conseguiremos fazer.
Você povo é o dono do poder e da sua decisão dependerá tudo o que deveremos fazer, claro que com a sua participação efetiva e pontual !!

OBSERVAÇÃO  4:

Como isso poderá se dar? ...

Pergunta básica e fundamental para discutirmos e conversar e compreendermos o processo inovador.
Imagine que no seu município vai aparecer um candidato a vereador que vai lhe dizer o seguinte: (Bem, primeiro queremos deixar claro que esses candidatos a vereador pode ser e pertencer a qualquer sigla partidária, desde que assuma com você povo, o compromisso público averbado e registrado  em cartório público da sua cidade, dizendo o quer,  o que mesmo vai  fazer com o seu mandato, tudo bem?...),  então o candidato a vereador vai declinar e dizer e registrar em Cartório Público de Títulos e Documentos o que segue:
a) eleito vereador abrirei as portas do meu escritório e gabinete da câmara a todos da edilidade(edilidade quer dizer câmara de vereadores do seu município);
b) manteremos o nosso expediente de trabalho de acordo com o horário normal das instituição,  seja horário comercial das 08 às 17h do dia;
c) os meus meios de comunicação estarão abertos e acessíveis a todos os que buscam os edis(o que quer dizer, vereadores do município);
d) no meu gabinete ninguém precisa marcar audiência, todos serão atendidos por ordem de chegada;
e) as verbas do meu gabinete 50% serão destinadas às instituições humanitárias que se cadastrarão para que possamos dividir com todas as verbas que nos destinarão;
f) do meu salário de vereador 50% serão também destinado às instituições que prestem serviços humanitários;
g) as instituições após se cadastrarem  no CNPJ = Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, junto à Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda, passarão a receber as doações e benefícios e serão  fiscalizados pelo nosso gabinete par apurar  se a aplicação  das verbas que lhes foram  destinadas, estão sendo devidamente aplicadas e estão politicamente corretas;
h) caso fique provado mediante levantamento realizado por entes competentes da hierarquia dos poderes tais como o ministério público, TRE e a própria edilidade de que não honramos esse contrato, declinaremos dos poderes que nos foram outorgados, mediante renúncia, em nome do povo que nos elegeu.
Diante do que expusermos, é possível que existam pessoas disposta a assumirem tais compromissos e responsabilidades. Mas acreditamos que ainda existem muitas pessoas conscientes e despojadas de interesses outros que não sejam os do povo que dizem representar.
Porém, é aguardar para ver, pois no próximo ano quando haverá eleições para vereadores no nosso país, poderá ser que alguém esteja disposto a tal façanha.

RIO, 06/08/2015.
Emmanuel Avelino.


P S . Essa sugestão destina-se para todos os cargos da vida pública, especificamente para os cargos do poder legislativos, tais como vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores da república, pois sãos esses personagem que elaboram as leis que nos regem a vida político-econômico-social.

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